Wi-Fi

Wi-fi livre em toda a cidade

Internet

Internet de qualidade e gratuita

Segurança

Navegue com segurança

O Projeto

O intuito deste projeto é levar à população acesso gratuito à internet.

 

Em locais predeterminados criaremos Hotspot – local onde uma rede sem fio (tecnologia Wi-Fi) está disponível para ser utilizada. Esses pontos geralmente são encontrados em locais com grande tráfego de pessoas, onde é possível conectar-se à internet por meio do Wi-Fi seja em computadores portáteis, smartphones, tablets ou outros dispositivos.

Nos locais fechados os usuários terão à disposição, bancadas, pufs, mesas e cadeiras e bancos além, de pontos de energia para recarregar seus dispositivos.

Para utilizar a rede de internet, o usuário precisará se conectar através das redes sociais ou preencher um pequeno cadastro, feito isto, após ver uma publicidade do parceiro terá acesso à navegação gratuitamente.

 

A conexão dá a possibilidade dos usuários navegar por duas horas, de forma ininterrupta. Após esse período, o usuário precisará aguardar uma hora para se reconectar na rede novamente.

 

A cada 30 minutos o usuário assistirá a um vídeo, verá um banner ou se conectar a uma rede social para poder continuar conectado.

 

Como isso tudo vai funcionar? Vamos entender melhor…

 

E como essa tecnologia pode ajudar você?

Primeiramente oferecer aos seus clientes acesso gratuito ao Wi-Fi pode trazer benefícios que muitas vezes nem imaginamos. Além de oferecer comodidade aos que ficam no celular (todo mundo!). O acesso wi-fi possibilita que os clientes passem mais tempo no seu estabelecimento.

Mas como?

Pense assim, se o cliente vai ao seu estabelecimento, pode ser uma loja, cafeteria ou até uma lanchonete, e no seu tempo de espera a Wi-Fi está disponível, automaticamente ele ficará por mais tempo e, em muitos casos, consumirá mais, aumentando o seu lucro. Aqui no Brasil o comportamento do consumidor é o mesmo. Queremos ficar conectados o tempo todo.

 

Interessante, né?!

 

É um serviço seguro?

Sim, toda rede é totalmente isolada e monitorada para a conexão do cliente, inclusive com a restrição de conteúdos do tipo “adulto”. Não há risco dos usuários conectados, acessarem a rede do estabelecimento e nem a rede do estabelecimento acessar os dispositivos dos usuários.   Outra questão importante é que é um serviço regulamentado pelo Marco Civil da Internet, logo existe uma série de regras e o usuário é realmente protegido.

 

 

 

INCLUSÃO SOCIAL

 

O termo “inclusão digital”, de tão usado, já se tornou um jargão. É comum ver empresas e governos falando em democratização do acesso e inclusão digital sem critérios e sem prestar atenção se a tal inclusão promove os efeitos desejados. O problema é que virou moda falar do assunto, ainda mais no Brasil, com tantas dificuldades – impostos, burocracia, educação – para facilitar o acesso aos computadores.

 

É que inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia. A expressão nasceu do termo “digital divide”, que em inglês significa algo como “divisória digital”. Hoje, a depender do contexto, é comum ler expressões similares como democratização da informação, universalização da tecnologia e outras variantes parecidas e politicamente corretas.

 

A inclusão digital é o grande desfio em tempos de predominância da cultura digital na sociedade. Tornar acessível as tecnologias de informação e comunicação para todos os seguimentos sociais é hoje imprescindível para o exercício da cidadania onde o motor social se encontra no acesso e na manipulação da informação.

 

Nos últimos anos a inclusão digital passou a ser um indicador importante no quadro de desenvolvimento de qualquer país. A partir da segunda metade dos anos 90, a sociedade brasileira assistiu a uma notável expansão do uso da internet e dos telefones celulares. Inclusão digital é a democratização do acesso às tecnologias da informação, visando a inclusão de todos na sociedade da informação. Contudo, inclusão digital é também simplificar as atividades, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um indivíduo incluído digitalmente é aquele que usa desse suporte para melhorar as suas condições de vida.

 

Para que a inclusão digital aconteça, é preciso três instrumentos básicos: computador, acesso à internet e domínio dessas ferramentas, já que, não basta apenas o cidadão possuir um computador conectado à internet para ser considerado um incluído digital. Um total de 102,1 milhões de brasileiros possui acesso à Internet no Brasil, de acordo com os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada em novembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

O número pode até parecer expressivo, mas corresponde a cerca de 49% da população brasileira. Isso significa que 51% dos mais de 200 milhões de brasileiros ainda não estão incluídos no mundo digital, o que ajuda a explicar a performance ruim do Brasil em uma outra pesquisa: o Brasil está em 72º no ranking global de taxa de acesso às tecnologias da informação, segundo o índice Integrado de Telefonia, Internet e Celular.

 

Em outra pesquisa, o Brasil aparece na 18º posição de um ranking de 75 países que identifica as condições de acesso à internet. O levantamento foi realizado pela The Economist Inteligence Unit em parceria com o Facebook. O estudo também mostra que o Brasil está entre os dez países do mundo com maior número de população desconectada.

 

A desigualdade na distribuição de renda é, sem dúvidas, um fator decisivo para o Brasil quando comparado com os outros países do mundo. Dentro dessa realidade, o Brasil vem buscando desenvolver ações visando à inclusão digital como parte da visão de sociedade inclusiva, principalmente com os idosos, pessoas com deficiência, população de zonas de difícil acesso.

 

É preciso incentivar a inclusão digital como oportunidade de crescimento do conhecimento, de criação e exposição de ideias inovadoras, além do incentivo à sustentabilidade, comunicação eficiente entre as pessoas, entre tantas outras possibilidades que até hoje são muito mal exploradas. Os brasileiros precisam entender que o computador e a internet são ferramentas capazes de melhorar a qualidade de vida de todos nós, expandindo a visão de mundo e conectando diversas culturas

Relatório da ONU declara internet como um direito humano

 

A Organização das Nações Unidas (ONU) publicou o relatório do Special Rapporteur sobre a promoção e proteção do direito à liberdade de opinião e expressão, afirmando que desconectar as pessoas da internet é um crime e uma violação dos direitos humanos.

 

A Organização das Nações Unidas (ONU) disse que o acesso à internet é um direito humano e que desconectar a população da web viola esta política.

A ONU pede para todos os países que mantenham o acesso à web em todos os momentos, inclusive durante períodos de instabilidade política, pedindo que os países revejam suas leis de direitos de propriedade intelectual para que não bloqueiem o acesso de usuários.

No Brasil, o Marco Civil da Internet foi aprovado por meio da Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da rede no Brasil.

 

Adota como fundamentos o respeito à liberdade de expressão, os direitos humanos, a pluralidade, a diversidade e a finalidade social da rede. Entre os princípios, destacam-se tanto a garantia da liberdade de expressão como a proteção à privacidade e aos dados pessoais. Gradativamente, com oscilações, cortes nacionais e internacionais têm sido provocadas a delimitar o alcance de direitos e liberdades na era da internet.

 

Ao mesmo tempo, marcos jurídicos têm sido aprovados com a ambição de estabelecer parâmetros, princípios, garantias, direitos e deveres no mundo digital. Se os avanços da tecnologia da informação e das comunicações podem ameaçar e violar direitos, também têm a potencialidade de promover e fortalecer esses mesmos direitos.

 

Direitos humanos offline devem ser também protegidos on-line. Daí a relevância de identificar ações, programas e políticas inovadoras e estratégicas para utilizar o potencial digital para a promoção de direitos — foco do seminário internacional da Unesco, que fomentou o diálogo intercultural e o intercâmbio de experiências e práticas inspiradoras e exitosas no acesso à informação, no uso crítico de novas tecnologias e na promoção de direitos na era digital.

 

 

 

CUSTO      

 

O custo de toda infraestrutura, equipamentos, monitoramento, instalação, link e manutenção é de total responsabilidade da Élivre. Contando com uma equipe técnica qualificada, estando a disposição 24h x 7 na semana para a manutenção e suporte necessário.

A Élivre está imbuída na inclusão digital da população, com a missão de levar acesso a internet com qualidade e gratuito, possibilitando assim, que pessoas possam se conectar ao futuro.

Trabalhamos com dois tipos de parceiros, são eles:

1 – Parceiro Livre: aquele que cede o local para a instalação do espaço “Élivre” (sem custo algum e tem sua publicidade “premium” disponível aos usuários e com a possibilidade de utilização dos cadastros gerados).

2 – Parceiro Business: aquele que adquiri publicidade, auxiliando assim no custeio de toda manutenção e implementação dos espaços e da rede. Este parceiro, pode escolher os planos que define as inserções e localidade.

Desta forma, a Élivre com seus parceiros, cumpre a missão de levar internet gratuita de alta velocidade a população, levando junto a marca de seus parceiros.

Venha ser um parceiro e contribuir para deixarmos mais pessoas conectadas ao futuro!